Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.
Álvaro de Campos
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A AURORA DOS POETAS (3.ª edição)
(EM REFORMULAÇÃO!!!) |
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A poesia tudo conduz para o belo: exalta a beleza do
que é mais belo e acrescenta beleza à mais deformada das coisas; casa o júbilo
e o horror, a pena e o prazer, o eterno e o mutável; submete à união, sob o
seu brando jugo, todas as coisas irreconciliáveis. Transmuta tudo quanto toca
(…) Shelley in Defesa da Poesia. |
Diz-me adeus agora,
Pois viro na esquerda do cruzamento
E tudo passa e tudo é um momento.
S. Franclim
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